Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.24/184
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dc.contributor.authorSilva, Rui-
dc.contributor.authorLima, Madalena-
dc.contributor.authorCarvalho, Carlos-
dc.contributor.authorGonçalves, Francisco-
dc.date.accessioned2014-10-31T14:17:22Z-
dc.date.available2014-10-31T14:17:22Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.24/184-
dc.description.abstractFoi realizado e posteriormente aplicado um plano de força com a duração de 9 semanas com 2 estímulos semanais; com o propósito de verificar se é possível melhorar as capacidades da força nas aulas de Educação Física e comparar a evolução entre géneros. O plano, constituído por 13 estações, cada qual com a duração de 30 segundos, foi aplicado a 124 participantes separados em grupo experimental (n=92) e controlo (n=32). Após aplicação do t-test a uma amostra conectada com nível de significância p≤0,05, verificou-se que o experimental melhorou significativamente em todas as avaliações, sendo que quando isolados os géneros, os rapazes não apresentaram melhorias significativas na velocidade.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherIII Congresso Internacional de Educação Física do ISMAI – Perspetiva Europeia do Ensino da Educação Físicapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleDeterminantes biológicos e socioculturais associados à prática de exercício físico dos adolescentespor
dc.typeconferenceObjectpor
dc.peerreviewednopor
Appears in Collections:Resumos, posters em volume de atas de encontros científicos nacionais e internacionais

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